Dois looks – Gold ain’t old

Nesse post: dois look s parecidos, com detalhes que fazem a diferença. Dia 30 de Novembro foi meu aniversário, viiiva. To com 19, geeente! Comemorei em um restaurante japonês, algo que eu venho fazendo nos últimos 4 anos, e depois em uma boate com minhas amigas lindas da universidade UADE. Para o look, usei uma saia com transparência e fenda no lado, tipo Jolie <3 hahah Combinei um cropped preto, acessórios pratas, salto preto e batom vermelho.
Já no outro dia, saí com a combinação infalível de preto e dourado. A saia longa, da Pret, tem me salvado nos dias de dúvida no que vestir, é trend, versátil – já que pode ser usada de dia e a noite e é mentira que não fica bem nas baixinhas – tudo depende da estampa!
Esse cropped luxo com aplicações em paetê custou só 30 reais, dá pra acreditar?! Comprei em uma lojinha da rua Florida, aqui em Buenos Aires. A pulseira com tachinhas douradas é da Kafé e o colar a la egípcia da Todo moda.

 

Qual ficou melhor? Comentem! 🙂
Beijos, Gabriela Alegre

7 pontos positivos do transporte público de Buenos Aires

large24

Eu moro no Rio e usar o transporte público lá é realmente um caos. Falta manutenção, o valor cobrado é  exagerado, os motoristas são escrotos e nem sempre param pra você. Sem falar das pessoas sem educação que andam nele.
Nesses três meses morando em Buenos Aires, pude ver como o serviço de transporte público aqui é de melhor qualidade. Mesmo sendo turista, você pode utilizar numa boa. Fiz uma lista com 7 pontos positivos, olha só:


Motoristas do bem
Os motoristas se preocupam com você! Nunca deixam de parar no ponto ou fingem que não te viram. Sempre pedem assento para as senhoras e grávidas do bus, e até dão bom dia.

Valor
A passagem não tem um valor definido. Assim, depende da quantidade de quarteirões de distancia que o destino se encontra. O valor varia entre $1,10 e $1,70. Na hora que você entra no ônibus, tem a opção de dizer para o motorista o valor da passagem ou o seu destino. Não vale mentir, hein.

Sube
Aqui eles tem o sistema de cartão “Sube” que da descontos na hora de comprar a passagem. De $3,25 (pesos) cai para $1,60 e você pode passar ele quantas vezes quiser.
O bom é que os turistas também podem adquirir esse cartão, ele tem a validade de um mês sem cadastro e custa só $15. Se quiser usar ele por mais tempo, é só se cadastrar ligando para o número que ta no cartão e tudo certo. Todo mundo usa esse cartão aqui!

Subsídio
Como o governo da um subsidio ‘exagerado’ (porque a economia deles não esta bem o suficiente para isso) para a parte de transporte público, a passagem é muuuuuito barata. Calculando o real como 3,80, a passagem que custa 1,60 pesos aqui, em reais custa 0,45 centavos. WOW. Imagina viajar todos os dias por 50 centavos no Brasil? Que beleza.

Por um mundo mais educado
Uma vez ou outra você encontra alguém que decide cantar alto no ônibus, contar histórias ou vender algo. Mas geralmente o pessoal que usa o transporte público aqui é bem educado. Nada de funk sem fone de ouvido, gritos, pessoas sem camisa, ou com bebida na mão. Deve ser por isso que até gente de terno anda neles 😉

Tem a toda hora
A quantidade de ônibus que tem nessa cidade é impressionante. Você não passa mais de 5min esperando no ponto, as vezes vem 3 de uma vez só e nas principais linhas passa um atrás do outro <3

Pontos intercalados
Aqui tudo é mais organizado. Não é em todos os pontos que os ônibus param. Cada número tem o seu ponto de parada a cada dois quarteirões. E nem adianta tentar parar fora do ponto, aí sim eles fingem que não vêem.

Ponto negativo: Se você não tiver o cartão Sube, a passagem só pode ser paga com moedas. ARGH!


Você também ficou impressionado? hahah

Beijos, Gabriela Alegre
Facebook | Fanpage | Twitter | Instagram

Romwe Top 8 Styles Sale!
Date: Nov 20 to Nov 26
Round 1: Share ‘win free page’ and win free clothes:
Round 2: Save more with extra coupon
Round 3: Buy 3 and more get 1 for free

Diário de Intercâmbio: Primeiras impressões de um intercâmbio

exchnge22
 Diário de intercâmbio: Mudar de repente para viver em outra cultura pode ser complicado. No início podem aparecer inseguranças e logo o pensamento de desistir. Com o tempo você consegue enxergar como ‘sair do seu mundinho’ te faz crescer, aprender milhões de coisas e conviver melhor com as pessoas. Bingo! Viajar pode ser uma das melhores escolhas da sua vida. Estou no meu segundo intercâmbio, e as impressões que eu tive nas primeiras semanas foram praticamente as mesma de quando eu morei nos Estados Unidos. Fiz uma lista com as principais coisas que um intercambista ‘sofre’ nas primeiras semanas:
Amigos estrangeiros
Seus primeiros amigos vão ser estrangeiros, isso é fato. Quando você esta de intercâmbio, no início você sofre com a distância, saudade, falta de amigos verdadeiros, alimentação diferente e problemas com a língua. Nada melhor do que encontrar alguém que esta sentindo o mesmo que você. É como conhecer sua alma gêmea, você fica encantado e ainda aproveita pra aprender palavras em outra língua, haha. Essa identificação acontece logo no início, mas nem sempre dura até o final da viagem. Até porque depois que essa fase de “adaptação” passa, e o assunto deixa de ser sobre a viagem, muitas vezes percebemos que não tínhamos nada mais em comum do que isso, rs.

Rostos conhecidos
No meu primeiro intercâmbio, eu andava pela rua e via rostos conhecidos. Em um momento quase parei uma pessoa pra ver se era quem eu pensava, até que raciocinei “ele não pode estar nos Estados Unidos”. E não estava! Parece loucura, mas acho que é só saudade do país de origem nas primeiras semanas. Imagino que para me sentir “em casa” tento associar e identificar pessoas nas ruas. Aconteceu aqui em Buenos Aires também, mas agora já passei dessa fase, ufa!

Tudo engorda!
Não adianta, quando chegamos em um país desconhecido engordamos. As comidas são mais calóricas, ou tem ingredientes diferentes. O prato típico não é o que estamos acostumados, por isso acabamos ganhando alguns quilinhos, até o nosso organismo se adaptar. As vezes também acontece da pessoa rejeitar tudo que é novo, odiar a comida o país, e consequentemente emagrecer, rs.

Inventamos patriotismo

Quando saímos do país, principalmente na primeira vez, começamos a sentir falta de coisas que nunca valorizamos no Brasil.
Lembro que quando fui aos Estados Unidos tudo que eu queria era o abraço de um brasileiro hahah ou o querido arroz e feijão. Passamos a adorar nossa pátria e vemos até qualidades no nosso estilo de vida. Não queremos ser o país só do futebol, sexo e cerveja. Deixa alguém falar mal do Brasil perto de mim. Defendo até a morte, rs.
Até que os meses vão passando e o patriotismo vai diminuindo, novamente…

A internet é a sua melhor amiga
Como não conhecemos muitas pessoas na cidade, a língua local ainda não é nosso melhor atributo e sentimos muita falta de casa, passamos horas conectados a internet. Usar o Skype para falar com a família e outras redes sociais para ver como tudo esta indo no seu país, é normal. Só temos que tomar cuidado para não ficar muitas horas no mundo virtual e acabar perdendo a diversão que é estar morando em outro país.

Você já foi intercambista e percebeu algo diferente? Conta pra mim!

Beijos, Gabriela Alegre

Sobre amores de transporte público, o hobbie dos porteños.

large24

Esses dias li no blog “Buenos Aires para chicas” sobre como os hermanos paqueram no ônibus. Achei engraçado, então comecei a observar mais o comportamento das pessoas que pegam transporte público por aqui e confirmei, os argentinos adoram mesmo um amor impossível! Se for daqueles rápidos, cheios de drama, com olhares penetrantes e que duram só até a próxima parada, melhor ainda.

Ontem, quando voltava pra casa, tive o azar de pegar um ônibus mega lotado. Me virei e sentei em um cantinho que sobrava ao lado de um banco. Do lado de um cara que, curiosamente, parecia o Russell Brand. Até ai tudo certo. Coloquei meu fone e fiquei ouvindo Mumford & Sons na minha. Enquanto o ônibus atravessava  a longa Av. Corrientes, o “Russell” decidiu descer. Passou por mim sem nem pedir licença (estranhei, já que o povo daqui é bem educado), quando chegou na porta começou a me encarar. Eu queria rir. Ele não falou comigo a viagem inteira e quando vai descer decide começar o flerte? hahaha. Sem reclamações, afinal ele não seria correspondido, rs. Mas achei uma situação inusitada. Ele ficou olhando até descer. Eu não o encarei de volta. Mas admito que as vezes conferia se ele tava olhando, por curiosidade e pra ver se a teoria dos “hermanos paqueradores” era verdade. Resultado: Sim!
Não foi como aqueles casos de “amores de metrô” que o olhar diz tudo, mas o vagão lotado ou a parada chegando, os afastam do ‘felizes para sempre’. Não, nada de romantismo. Ele tava sentado do meu lado. DO MEU LADO. E ainda assim esperou o ponto final para iniciar o flerte. Esse mistério do homem porteño. Acho que é algo que nunca vou compreender.
Beijos, Gabriela Alegre

O estilo das argentinas

7879879_50913d86ddf2b31a7e000151_large17
Caminhar pelas ruas de Buenos Aires é ver diferentes conceitos de moda. É ficar invejando o quanto elas conseguem alcançar o fashionismo, sem parecer um copycat da vitrine. As inspirações estão estampadas em seus looks, se arriscam esteticamente e adaptam as tendências ao seu gosto pessoal. É despojado, sem deixar de ser único e casual.

A típica argentina anda com coques bagunçados no alto da cabeça, mix de estampas, lenço no pescoço e headphones. A trend do momento são os saltos com plataforma, estilo creeper e as anabelas. Todo mundo usa! Também abusam da sobreposição de peças, calças estampadas e cabelos com a cor impecável.

 

Eu sou suspeita pra falar do estilo das argentinas, já que desde o primeiro dia que pisei aqui, não parei de elogia-las. Palmas pra elas que mostram que é possível ter referências de outros países e ainda assim, fazer sua própria moda. 

Em questão de estilo, os homens não ficam pra trás. Gostam de se vestir bem e é perceptível como ousam na hora de escolher as peças. Com calças coloridas (bordo, verde musgo, amarelo queimado), geralmente do modelo skinny, tênis social ou de skate, vivem descompromissados, sem perder a elegância. Como o clima permite, usam cachecóis e casacões, que dão todo um charme europeu ao look. O argentino é o típico: não me esforcei, mas fiquei estiloso.
Beijos, Gabriela Alegre

Diário de Intercâmbio – Choque Cultural: Argentina vs. Brasil 2

IMG_161313

Hola, chicos! Cada dia to reparando em mais diferenças entre os brasileiros e os argentinos. Fiz outra listinha com 5 coisas que até agora estou tentando me acostumar:



Floricultura 24hrs – Quer algo mais amor do que isso? Eu vejo dois pontos positivos em ter algumas floriculturas abertas 24 horas aqui em Buenos Aires. Um: Se você esqueceu de comprar o presente, sempre da tempo de comprar flores. Dois: Quando eu volto tarde de festas, sei que não sou a única na rua e talvez alguém que trabalhe ali possa me socorrer (ou não).

Fuma, fuma, fuma, folha de.. – Os argentinos fumam muuuito tabaco. Nas ruas, bares, faculdade e festas, sempre tem uma boa quantidade de gente com cigarro na mão. Argh.

Carros antigos – Nunca vi tanto carro antigo e abandonado na rua. Uma argentina me explicou que aqui ninguém da muita importância pro carro, tirando aqueles que tem muito dinheiro. É comum ver advogados usando o transporte público, por exemplo. E muitos dos que tem carro, andam com ele batido, rs.

Es temprano- Nenhuma boate abre antes da uma da manhã e se você chegar lá a essa hora, pode ter certeza que vai estar vazia. Os argentinos tem essa mania de começar a noite lá pelas 2/3 da manhã. Até não ir para os “boliches” ficam nas famosas “prévias”(as prés/sociais). Bem tarde pros brasileiros, que começam a curtir meia noite no máximo.

Chamuyero- Uma coisa que os argentinos adoram é o flerte, mas na hora do “vamos lá” são uns lentos! Já que eu to namorando, isso não me afeta, hahah, mas me contaram que eles falam demais, dão em cima com frases prontas e ficam de blablabla até chegar mesmo em você. Eita passividade!

Perdeu o primeiro post sobre o “choque cultural”? Ta aqui!

O que acharam? Muito diferente ou da pra conviver? haha

Beijos, Gabriela Alegre